17.1.17

7 dicas para economizar na sua viagem para os Estados Unidos




Viajar para os Estados Unidos e conhecer lugares como a Disney, em Orlando, ou a Times Square, em Nova Iorque, é o sonho de muitos de nós <3 No entanto, os preços das passagens aéreas e dos custos da viagem podem ser muito elevados, principalmente em determinadas épocas do ano. Por isso, separei uma lista de dicas que aprendi durante o meu intercâmbio nos EUA para que você economize ao viajar para cá:

1- Alguns destinos são BEM mais caros que outros
Um exemplo é Nova Iorque - considerada a cidade mais cara do mundo para se viajar, sobretudo devido ao preço das hospedagens. Outras cidades, como San Diego (CA), oferecem hotéis por até 1/3 do preço.

2- Faça cadastros em sites das redes de hotéis
Algumas redes de hotéis, como a Best Western, oferecem programas de recompensas quando você faz um cadastro no site. Na maioria das vezes nas quais precisei reservar hotéis aqui nos Estados Unidos, o preço da hospedagem para quem era cadastrado era muito menor do que em outros sites como a Decolar.com.

3- Busque por cupons nos sites de Outlets e Newsletters
Se o seu objetivo na viagem for economizar na hora das compras, uma boa dica é se cadastrar com antecedência no site dos outlets que você pretende visitar. A maioria envia com frequência cupons de até 40% de desconto nas lojas por email, além de outras promoções especiais, e isso pode te ajudar a economizar uns bons dólares :) Vale a pena também conferir o site das lojas, se cadastrar na lista de emails e baixar apps como o RetailMeNot (disponivel apenas para iPhone), que avisa sobre novos cupons de desconto disponíveis.


4- Descontos para militares
Se você for militar e/ou filho (a) de militar no Brasil (Exército, Marinha ou Aeronáutica), vale a pena pedir o desconto para militares na hora de fechar a compra. A maioria das lojas oferece entre 10 e 20% off, mas para isso é preciso apresentar sua carteira brasileira de militar ou de dependente no caixa. A maioria das lojas aceita a carteira mesmo sendo de outro país, mas algumas como a Nike exigem que o vínculo seja com alguma instituição militar americana.

5- Passe diário/mensal de metrô
Algumas cidades, como San Diego, oferecem passes diários, quinzenais ou mensais de metrô. Em geral, eles valem muito a pena pois são bem mais baratos do que os unitários. Ou seja: na hora de planejar sua viagem, entre no site do metrô da cidade que você quer visitar e gaste um tempinho entendendo as opções disponíveis. Algumas cidades, como Nova Iorque e Washington DC, não oferecem esse tipo de passe.

6- Planeje no seu roteiro paradas para alimentação
Pode até parecer que não, mas a alimentação nos Estados Unidos é bem cara. Aqui você vai encontrar, em geral, dois tipos de restaurante: os que são à la carte e os de balcão (em geral são fast-foods). Se você quer economizar, fuja da primeira opção pois neles você precisará pagar, além do valor da refeição, a taxa de gorjeta (que é de cerca de 15 a 20% do valor total da conta). Aqui nos EUA, a gorjeta não é obrigatória, porém não pagá-la significa que você não gostou do serviço oferecido e pode inclusive causar a demissão direta do funcionário que te atendeu.

Os restaurantes de balcão são, em geral, bem mais baratos (e a comida não deixa de ser deliciosa). A maioria são fast foods, mas existem opções mais saudáveis como a Panera Bread, Smash Burguer, Modern Market e Subway.

7- Compre o CityPass
Para conhecer pontos turísticos, vale a pena comprar o CityPass. Ele é um vale que dá direito ao acesso em vários locais requisitados de cada cidade, e o seu valor costuma ser muito mais barato do que comprar ingressos separados para cada atração. Em Nova Iorque, por exemplo, o CityPass dá direito a conhecer lugares como a Estátua da Liberdade, Rockefeller Center, Empire State Building e o Museu do 11 de Setembro.

Para conferir todas as opções de CityPass disponíveis, clique aqui.

Espero que essas dicas te ajudem a economizar durante a sua viagem para os EUA! Se você tiver alguma dúvida ou quiser acompanhar um pouquinho sobre como é a vida por aqui, não deixe de me seguir no Instagram @juliakbranco :)

E você, tem mais alguma dica de viagem para compartilhar com a gente?

16.1.17

5 séries que você precisa assistir em 2017


Ano passado foi um ano de muita dedicação, esforço e foco no quesito Séries de TV. Foram muitos e muitos dias de maratona e hoje eu vim compartilhar os meus selecionados do ano, assim, você que não tem ideia por onde começar ou se você dormiu em 2016 e não viu nenhuma dessas séries, para tudo e já abre a aba da Netflix. Temos muito trabalho pela frente :P

1. Gilmore Girls
Apesar de ser uma série que bombou nos anos 2000, Gilmore Girls voltou com tudo em 2016, é o momento certo pra você incluí-la na sua maratona. O seriado é basicamente o cotidiano de Lorelai e Rory Gilmore, duas mulheres incríveis e empoderadas que tem muito para nos ensinar nas oito temporadas. A série mostra o relacionamento entre mãe e filha e tudo que tem no meio... amizades, namoros, escola, faculdade, família. O choro e o riso são garantidos. Não tem como não se apaixonar e torcer por essas duas. Eu sou suspeita pra falar, apesar de só ter assistido esta série no ano passado ela se tornou a minha favorita da vida, parece até que cresci assistindo essas garotas. Super recomendo.

2. Stranger Things
Provavelmente você já ouviu falar em Stranger Things, mas se você ainda não assistiu eu vou reforçar o convite mundial para ver essas crianças fofas. A série mostra o desaparecimento de um garoto na cidade de Hawkins nos anos 80. Will tinha acabado de voltar da casa dos amigos, quando se deparou com uma criatura muito estranho em sua casa. Após desaparecer, sua mãe inicia uma longa busca pelo filho e comove toda a cidade para ir atrás do menino. O que eles não esperavam era um mundo misterioso com monstros e poderes envolvendo experimentos do governo. São apenas 8 episódios, dá para assistir em uma tarde, viu? ;)

3. Jessica Jones
Jessica Jones foi uma série que bombou no finalzinho de 2015 e eu me apaixonei. Baseado na série de quadrinhos publicados pela Marvel Comics, ela conta a história de Jessica, uma ex super-heroína que agora leva uma carreira de detetive. O que ela não esperava era ter que voltar a lidar com alguém que mexeu muito com ela no passado. Apesar de ser sobre super-heróis, acredito que mesmo que você não goste muito desse universo, vale muito a pena assistir. A Netflix já confirmou a segunda temporada, mas ainda sem previsão de estreia.

4. Black Mirror
Black Mirror está no ar desde 2011 na TV, recentemente a Netflix também comprou os direitos e além de incluir as duas primeiras temporadas no site, produziu novos episódios de tirar o fôlego. A série é uma reflexão sobre a sociedade contemporânea e como ela pode se transformar através do uso das novas tecnologias. Para quem não gosta muito de maratonar seriados, aqui vai uma vantagem: os episódios são independentes e você pode inclusive assistir fora da ordem. Por isso, apesar de ainda não ter assistido todos os episódios, já deixo aqui pra vocês dois que amei e super recomendo: San Junipero (episódio 4 da 3° temporada) e Nosedive (episódio 1 da 3° temporada).

5. Degrassi: Next Class 

Minha última indicação é uma série fofa e leve. Se você ama filmes e séries que se passam no colégio, tenho certeza que você vai amar assistir Degrassi. Um seriado de drama adolescente moderno que fala sobre tudo do universo teen de forma divertida e empoderada, desde orientação sexual até suicídio. Os episódios são curtinhos, com duração de 20 minutos e já têm três temporadas disponíveis na Netflix.

Agora é sua vez, quais séries você me indica para assistir em 2017?

22.12.16

Como é usar o coletor menstrual


Não sei se existe alguém no mundo que adore menstruar e usar absorvente. Se existe, com certeza não é o meu caso. E, motivada por isso, decidi ceder às investidas de uma marca que não parava de aparecer no meu Facebook anunciando uma superpromoção de leve dois, pague um.

Claro que antes pesquisei muito sobre o famoso “copinho”, pedi opiniões de quem já usava, assisti a vídeos no Youtube e então comprei a promoção em conjunto com uma amiga. Uma das dicas que li dizia para experimentar o coletor mesmo sem estar no período menstrual, e foi exatamente o que fiz.

Coloquei, tirei, coloquei de novo, dormi com ele, fiquei irritada com a haste, cortei a haste, experimentei os vários tipos de dobras, comprei uma vasilha exclusiva para fervê-lo e um sabonete neutro para higienizá-lo – se ainda não está claro, sou dessas pessoas que investem muito para que algo dê certo, e eu queria MUITO que desse.

Mas também, fala sério, eliminar absorventes para sempre da vida é um estímulo e tanto!

Depois de todos os preparativos, fiquei aguardando a bendita descer para fazer o teste real oficial (parece brincadeira, mas eu realmente ansiei pela minha menstruação).  

Confesso que fiquei um pouco desapontada no primeiro mês, porque no período menstrual a coisa muda de figura. Tirar e por não me pareceu tão prático, tiveram vários vazamentos e quando colocava sentia uma cólica (ainda que leve).

Mas também fiquei positivamente surpresa em vários aspectos: aquele cheiro típico de menstruação havia sumido (o cheiro só vem quando o sangue está em contato com o ar); a quantidade de sangue é muito menor do que imaginamos (porque no absorvente ele se espalha, então dá a falsa impressão); eu realmente não sentia o copinho no meu corpo e, exceto pelos vazamentos, quase podia acreditar que não estava menstruada; fora que não eliminar aquele tanto de absorvente e plástico me fez sentir uma pessoa ecologicamente mais correta (meu ginecologista adora brincar que o problema do mundo são as fraldas e os absorventes. Já imaginou a quantidade diária de descarte desse tipo?).

Na balança final, decidi que o conforto que o coletor me trouxe era suficiente para que eu continuasse tentando. Comecei a pesquisar ainda mais (alguns canais do Youtube me salvaram) e a testar novas formas de colocá-lo. Lembro direitinho quando uma blogueira disse em um de seus vídeos “eu juro que você vai se adaptar” porque foi o que me deu uma carga maior de ânimo.

E foi por isso que decidi escrever esse texto; embora esteja na moda, ainda é um tabu e tanto. A primeira coisa que as pessoas fazem ao ouvir as palavras “coletor menstrual” é cara de nojo. O irônico é que se você pensar bem, absorvente é bem mais nojento. O copinho fica lá paradinho, apenas coletando e te deixando com a sensação de que está tudo ok <3

Então se você está pensando em testar o coletor (e ressignificar a palavra liberdade), vá em frente! Faça como eu: leia dicas, veja vídeos, peça opiniões e vá encontrando a melhor forma para que você se adapte.

Nem de longe eu passei a amar esse período do mês, mas, sendo bem sincera, me importo muito menos agora que uso o coletor do que quando ainda usava absorvente!

E você? Já pensou em usar? Tem alguma dúvida? Deixe aqui nos comentários que, se eu souber, respondo com o maior prazer!

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21.12.16

Dica de filme: Invasão Zumbi

OBS: Indicação de filme com algumas análises, mas sem spoilers. 

Invasão Zumbi, como foi traduzido o título, é um filme sul coreano que estreou em dezembro no Brasil e que emerge como uma nova abordagem de roteiro em relação aos filmes tradicionais que já conhecemos sobre zumbis. Com o sucesso da representação dos mortos vivos nas produções de filmes e séries, Invasão Zumbi aparece dando a impressão de ser mais um filme dentro dessa temática, mas quando assistimos claras diferenças já aparecem em relação a outras produções do gênero, seja pela abordagem que faz, seja pelo novo cenário em que os mortos vivos aparecem, causando maior tensão. 

Não é novidade a diversidade de filmes que abordam zumbis que temos no mercado, alguns tomando um caminho diferente do convencional, por exemplo com uma abordagem mais voltada pro romance (como Meu namorado é um zumbi) ou com um tom mais humorístico (como Zumbilândia), mas quando se trata da abordagem tradicional envolvendo um apocalipse zumbi e a luta pela sobrevivência dos personagens, não temos muita inovação em termos de roteiro. Uma das reflexões possíveis para essa renegação dos filmes do gênero a desvalorização pode ser pautada, por exemplo, em relação aos títulos clichês que recebem quando chegam ao Brasil, algo que nem mesmo Invasão Zumbi escapou, já que originalmente o filme se chama Train to Busan, fazendo referência ao destino do personagem quando pega o trem (o cenário principal do filme onde acontecem a maioria dos desenvolvimentos da história) e que acaba, diante dos acontecimentos, sendo sua única salvação, já que é uma das cidades a salvo do vírus. Train to Busan era um título que tirava o foco apenas da questão dos zumbis e que a tradução brasileira acabou empobrecendo.

Porém, as diferenças desse filme pra outros do mesmo gênero não ficam apenas no título, mas também em seu roteiro. Com uma história que não explora só o terror e a tensão como elementos principais, Invasão Zumbi explora o lado humano frente a uma situação de desastre, através de demonstrações de egoísmo e oportunismo, mas também de companheirismo e amor; explora também as relações humanas fora dessa situação, como a questão da ausência paterna e da interferência do trabalho nas relações pessoais.

Nesse filme, você não ficará só com medo e cheio de tensões, mas também vai poder aflorar outros sentimentos e, quem sabe, até se emocionar.

Veja o trailer legendado do filme:


E vocês, já foram ao cinema ver esse filme? O que acharam? Fala pra gente nos comentários! ♥

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